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Cronista |
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As cartas de vinhos dos restaurantes de topo são realmente a melhor vitrina para as novas e ambiciosas marcas. Ora, o que poderia ser melhor para um vinho desconhecido do que ter um envolvimento pessoal por parte dos mais importantes restauradores e seus “sommeliers”?
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Este ano, porém, a modesta avaliação que fez dos vinhos “en primeur” da vindima bordalesa de 2007 não foi capaz de provocar a mais modesta comoção nos negociantes e nos compradores.
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Neste campo, os últimos 20 anos foram demolidores, sobretudo no que respeita à imposição das castas, dos aromas e dos sabores. Mas, nem tudo foi mau.
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Qualquer que seja o caminho que tome para chegar ao nirvana gastronómico, normalmente quem perde tempo a pensar nos vinhos que vai comprar (e servir), também pondera a harmonização dos pratos com os vinhos.
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Há medida que os consumidores do novo mundo se vão fartando das mesmas versões das velhas castas francesas, o vinho português apresenta-se como um novo universo que merece ser explorado.
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A Argentina foi, desde a segunda metade do século XIX, um relevante produtor de vinho, sobretudo no eixo que se estende de San Juan, no norte, centrado em Mendoza e se desenvolve até Neuquén-Rio Negro, já na Patagónia.
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O vinho é um alimento. Mas não é um alimento qualquer. Para além de alimentar o corpo, alimenta também a alma! Mesmo antes de o ser, o vinho provoca os nossos sentidos.
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Não há dúvida que o mundo do vinho está cada vez mais complexo e confuso. Como nunca antes, os consumidores são confrontados com uma série de países, regiões, castas e estilos de vinho, um produto que nunca foi tão popular a nível mundial, o que resulta literalmente em milhões de novos aficionados no mundo inteiro.
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Por favor não me interpretem mal. Não tenho nada contra um bom Chardonnay. Tragam-me um dos grandes vinhos brancos de Chablis ou Côte d’Or e eu fico no céu.
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O Barca Velha é um mito que quando se revela dá origem a todas as discussões sobre a origem e a sorte do Mundo. Por estes dias, o anúncio da edição da colheita do ano 2000 não foi diferente da que aconteceu em outras edições anteriores: muitas páginas nos jornais, direito à televisão, comentários a eito sobre os porquês de tanto sucesso.
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